sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Que palavrão é esse, menino?



Crianças reproduzem os palavrões muitas vezes até sem saber seu significado. Saiba como ampliar o vocabulário do seu filho ensinando a criança a expressar a raiva sem ser mal-educada

Criança aprende muito através do exemplo, imitando os adultos/pessoas com o qual convive, e com o vocabulário não é diferente.
A tendência da criança, principalmente as mais novinhas, é imitar os adultos. Algumas são mais espertas e até sabem o significado do palavrão, mas a maioria das pequenas repete por repetir mesmo. Cabe aos pais, então, dar o exemplo e controlar a língua na frente deles.
Quando a criança fala pela primeira vez um palavrão, se não foi dito de forma bem clara, as vezes vale até fingir que não ouviu para não chamar atenção ao fato. Mas, se foi em alto e bom som, explique que é feio e mostre outras palavras que ela pode usar para pôr para fora raiva ou euforia. "Os pais podem sugerir palavras mais leves para ela expressar os sentimentos". Porem se esta atitude já se repetiu mais vezes, os pais precisam conversar com seus filhos.
"Uma dica que funciona com crianças pequenas é inventar com elas uma palavra toda diferente e ‘atrapalhada’ para elas usarem quando quiserem desafogar a raiva ou alguma decepção", explica a pedagoga. Assim, seu filho pode "xingar" sem xingar de verdade e sem que todo mundo fique olhando espantado aquele ser fofo dizendo coisas pesadas.
A criança pode começar a falar palavrões já bem pequenininha. Com 2 anos e meio ou 3 anos, ela já pode repetir um palavrão que ouvir de alguém, explica a pedagoga. É só começar a falar melhor, e o risco já está lá. Importante é corrigir desde cedo.
As vezes, mesmo a criança pequena, ela já sabe que não é correto falar o palavrão, mas, na maioria das vezes, ela nem tem ideia do que está dizendo. Pode até saber em que situação se fala aquilo, mas não entende o significado. A partir de 7 ou 8 anos, é mais indicado explicar o que significa aquilo, já dá para transformar esse momento em aprendizado. "Nessa fase, a criança começa a usar o dicionário, e dá para aproveitar e pesquisar junto com ela palavras que podem substituir a palavra pesada"
Um grande erro cometido pelos pais e familiares é acharem engraçado o pequeno falando palavrão. Pode ser a palavra mais horrorosa do mundo, mas dita por aquela fofurinha... Se achar engraçado e não conseguir se controlar, evite que a criança perceba isso. Ela não entende que foi uma reação por impulso. Pode pensar que está agradando e aí vai repetir muitas vezes o palavrão.


FONTE: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/palavrao-esse-menino-703194.shtml 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Aprender uma segunda língua


Os adultos se sobressaem em comparação às crianças em muitas tarefas, mas certamente aprender uma segunda língua não é uma delas. Mas por que isso acontece?
Hoje é muito comum encontrar como requisito para um bom emprego, saber uma segunda língua. Porém muitos não tiveram a chance de serem apresentados à esta, ainda jovens, e encontram dificuldades para conseguir aprende-la atualmente.
As crianças se tornam rapidamente eficientes em se comunicar. Elas nascem com estruturas cerebrais para aprender e processar a língua em que é exposta. E é por este motivo, que conseguem aprendem mais facilmente do que os adultos, uma segunda língua. Aos 6 anos de idade, uma criança, sabe em média, cerca de 8000 palavras.
Especialistas em linguagem falam que a criança deve ter o contato com outra língua até o inicio da puberdade, caso contrario terá maior dificuldade em falar depois. Possivelmente, a prontidão biológica para aprender a língua materna também facilita a aprendizagem de uma segunda língua pela criança, porque são utilizados os mesmos circuitos e funções cerebrais. Além disso, há alta plasticidade cerebral na criança, pois os circuitos neurais ainda não são tão específicos, ou seja, não estão “prontos”, estão mais abertos à aprendizagem e à modificação.
A habilidade da pronuncia também tende a cair conforme a idade do inicio da exposição a essa segunda língua aumenta. Quanto mais velha a pessoa, maior a dificuldade de pronunciar sons dessa língua, e também mais difícil de amenizar o sotaque da sua língua materna. Alguns pesquisadores acreditam que isso acontece porque quanto mais velho se fica, menos plástico o cérebro é.
A motivação para aprender também tem alta correlação com o nível de proficiência linguístico. Uma pessoa motivada é aquela que se esforça, persevera, mesmo diante das dificuldades, e que é reforçada com o sucesso e desapontada com o fracasso.
O tempo de exposição á língua também é importante. Visitar ou morar no país estrangeiro, ou incorporar o idioma na rotina estudando um pouco todos os dias, lendo jornais, revistas, vendo filmes, escutando musica, enfim todo contato com a língua é importante para um melhor aprendizado.
Isso tudo não significa que o adulto não pode aprender. Os adultos costumam possuir estratégias de aprendizagem mais eficazes do que as crianças, o que pode compensar a desvantagem biológica.
Apesar da idade ser um importante fator para o aprendizado de uma segunda língua, os estudos, esforços, motivação, quantidade de exposição à língua e qualidade do ensino também influenciam muito no aprendizado. 


FONTE: Psique Ciência e Vida. Ano VI, no 77.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Alunos tornam-se guardiões da escola em Rio Fortuna

Hoje a postagem do blog é especial. Publico aqui a reportagem feita por jornal de circulação regional (Folha do Vale) à respeito de um projeto piloto desenvolvido em nossa escola (parceria com Cerbranorte).


Projeto incentiva alunos do 5º ano da Escola Professor José Boeing a cuidar, de forma cooperativista, da unidade escolar
 
Os intervalos de aula na Escola Municipal Professor José Boeing, em Rio Fortuna, não são mais os mesmos. Através do Projeto Guardiões, os alunos agora se sentem responsáveis pela unidade de ensino e estão sempre alerta para manter a ordem na escola.
O projeto “Guardiões da Escola” é desenvolvido desde o início deste ano e surgiu depois a aplicação do Programa Cooperjovem, realizado pela Cooperativa de Eletrificação de Braço do Norte (Cerbranorte) na escola. A intenção da direção e dos professores da escola quando pensaram o Guardiões era despertar nos alunos  os valores do cooperativismo: cooperação, voluntariado, solidariedade, autonomia, responsabilidade, democracia, igualdade, honestidade e ajuda mútua. “Selecionamos para iniciar o projeto alunos do 5º ano matutino e vespertino, por serem a turma de maior idade na nossa escola e serem capazes de desenvolverem esta responsabilidade”, Gisela da Silva, que é a psicóloga que desenvolve o projeto. 
De acordo com Gisela, num primeiro momento a escola trabalhou com os alunos através de dinâmicas, trabalhos em grupos e individuais, discussões. Em seguida os alunos passaram nas demais turmas do ensino fundamental para esclarecer qual seria o trabalho dos “Guardiões” na escola. “A escola confeccionou coletes para os ‘Guardiões’, para que pudessem ser identificados pelos outros alunos no horário do intervalo. A cada semana um grupo de 4 a 6 alunos são responsáveis por serem os ‘Guardiões da Escola’”, explica a psicóloga.
O papel do “Guardião” é cuidar da escola, para que ela seja um espaço de boa convivência e aprendizagem. Eles zelam pelo cumprimento dos direitos e dos deveres dos alunos. Também dão exemplo de bom comportamento e orientam os demais alunos, a agirem de maneira correta e respeitosa dentro da escola.
 
http://www.folhaojornal.com.br/alunos-viram-guardioes-de-escola-em-rio-fortuna 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Homenagem especial ao dia das mães.


Para você Mãe!!!
            
Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.
Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.


(Trecho do livro Minha mãe, meu mundo) - Anderson Cavalcante